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domingo, 20 de abril de 2008

CENTRO DO MUNDO

É comum acreditarmos que somos o centro do mundo. O egocentrismo é uma característica humana. Em qualquer conversa, por mais trivial que seja, o assunto em pauta, seja ele qual for, vai ter sempre alguém para dizer que teve uma experiência parecida ou que algo pior aconteceu com ele.

Quanto menor a cidade maior o egocentrismo, lógico que isso não é uma regra matemática, mas a ausência de grandes grupos anônimos, como nos grandes centros, faz com que os indivíduos se sintam personalíssimos.

Faça um breve raciocínio lógico: num local onde todos o chamam pelo nome e você conhece quase todos ao seu redor isso não lhe traz uma maior segurança? O inverso, portanto, deve ser real.

Pois bem, baseado nisso podemos perceber mais humildade (não é o termo mais apropriado mas se encaixa bem aqui) entre pessoas que não se conhecem e, acredite, isso gera um comportamento mais educado entre os personagens.

No Metrô, no Rio ou São Paulo, podem-se perceber jovens cedendo lugar a pessoas idosas, o que, de uma forma menos intensa, acontece em ônibus nas cidades do interior.

Neste momento o leitor pode estar pensando que isso se trata de educação formal e não de um movimento egocêntrico. Mas se tiver oportunidade de ampliar seu horizonte de visão na cidade onde vive (estamos em Campos/RJ) perceba como os ciclistas se movimentam nas ruas, como os carros param exatamente em frente onde querem deixar seus passageiros e as pessoas, que entram e saem dos elevadores sem se cumprimentar.

O trânsito é um ótimo parâmetro para se aferir essa teoria. Isso também pode ser somado ao histórico educacional do sujeito, mas não é o único elemento que conduz a este um comportamento egocêntrico. Veja mais um exemplo, a ocupação desordenada de vagas em locais públicos como os supermercados. As pessoas estacionam como se fossem as únicas a fazer compras!

Caso o leitor tenha alguma pequena identificação com o que acabou de ler e queira participar de um movimento para melhorar os relacionamentos urbanos, procure apenas mudar o seu próprio modo de agir.
Só isso fará uma grande diferença!
Ao se referir ao próximo usando tratamentos mais respeitosos como senhor ou senhora, procurando trafegar com responsabilidade e segurança, distribuindo “-bons dias” , “-Me desculpe” ou “-Por favor” . Isso já começa a alavancar uma corrente. Não espere que o próximo tenha o mesmo comportamento com você! O seu ato é uma responsabilidade sua, vem de uma decisão sua de mudar. Ele, o outro, no seu devido tempo, pode também mudar, mas isso não é nosso problema.
O meu maior problema, neste exato momento, é tentar mudar mim mesmo!

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