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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

HIPNOSE NEUROSSENSORIAL: O QUE É DE FATO?




Uma nova modalidade de Hipnose Clínica está surgindo no Brasil e colhendo bons resultados em diversos tipos de utilização.

Trata-se da Hipnose Clínica Neurossensorial desenvolvida pelo psicólogos e Doutores em Saúde Pública Prof. João Oliveira e Profa. Beatriz Acampora que nos últimos 20 anos vem aplicando técnicas inovadoras diariamente em sua clínica na cidade do Rio de Janeiro.

Antes de mais nada é necessário entender o que é a Hipnose Clínica de uma maneira geral.

Como o próprio nome sugere e a hipnose voltada para o ambiente da saúde onde podemos encontrá-la sendo utilizada por: cirurgiões-dentistas, médicos, psicólogos, terapeutas, fisioterapeutas, enfermeiros, ou seja, o grande espectro que abrange o toque dos profissionais de saúde.

Algumas profissões têm sua própria regulamentação quanto ao uso das técnicas da hipnose, mas, não é necessário em nosso país uma graduação específica para se tornar um terapeuta em hipnose. A esse profissional dá-se o nome de Hipnoterapeuta bastando, para isso, uma formação adequada e a regularização para a atuação profissional.

AMPLIANDO AS CAPACIDADES DA MENTE E CORPO COM UM NOVO TIPO DE HIPNOSE

Hipnose Neurossensorial é um perfil de hipnose clínica onde os canais sensoriais são estimulados através de equipamentos que agem de duas formas: potencializando o estado alterado e provendo biofeedback ao profissional de saúde Hipnólogo Clínico.

Para ampliar o estado alterado de consciência são utilizados:

- Instrumentos de emissão de luzes e cores,

- Cheiros como perfumes e essências para ancoragens de estados emocionais,

- Poltronas e esteiras vibratórias com ou sem aquecimento,

- Possibilidade de aumento ou diminuição da temperatura ambiente e

- Efeitos sonoros onde estão inclusos uso de frequências especiais.

Já como biofeedback, para a perfeita monitoração do estado de aprofundamento do paciente/cliente, são utilizados aparelhos que aferem:

- Resistência galvânica,

- Percentual de oxigenação no sangue,

- Batimentos cardíacos e

- Aferição da temperatura em alguns pontos da pele.

São vários os perfis de como a Hipnose Neurossensorial pode atuar. Temos cinco principais modelos:

– Comportamental – Voltado para a alteração no perfil comportamental da pessoa. Administração emocional, potencialização de qualidades, respostas assertivas e espontâneas as demandas dos ambientes profissional e/ou social/familiar e etc.

– Tratamento de fobias – Aqui se incluem praticamente todos os tipos de fobias existentes, tendo técnicas diversas dependendo da intensidade e modelo fóbico apresentado. A Dessensibilização Sistemática Progressiva, por exemplo, é uma dessas técnicas que quando bem aplicada pode conduzir o paciente/cliente a obter resultados rápidos quando aplicada durante o estado alterado de consciência.

– Emagrecimento – Muito em moda ultimamente com vários profissionais qualificados conquistando feitos notáveis com seus pacientes/clientes. A Hipnose Neurossensorial utiliza o método RESEM desenvolvido na UENF-RJ na ocasião da pesquisa de Mestrado em Cognição e Linguagem do Prof. Dr. João Oliveira.

– Subtração de sintomas – Esse perfil exige um cuidado maior, pois, todo sintoma está a serviço de alguma manifestação de descontrole interno que pode ser de âmbito emocional ou não. Nesses casos, quando os sintomas são mais severos, o aconselhável é que uma equipe multidisciplinar acompanhe o tratamento. O profissional psicólogo e o profissional médico são indispensáveis em casos graves.

– Reabilitação – fantástico perfil da Hipnose Neurossensorial onde, mesmo sem movimentos físicos reais (somente na imaginação em estado alterado de consciência), o paciente/cliente é auxiliado a desenvolver de novo suas habilidades motoras perdidas por algum trauma físico ou AVC. A Hipnose Neurossensorial tem conseguido excelentes resultados nesse tipo de tratamento aliado ao trabalho de fisioterapeutas e médicos especializados.

Como identificar um bom sujeito para o tratamento com hipnose?

Poderíamos citar inúmeros outros tipos de abordagens, porém, acreditamos que esses sejam suficientes para demonstrar a grandiosidade dessa fabulosa ferramenta chamada Hipnose Clínica Neurossensorial.

O ideal é que, pelo menos, dois quesitos sejam aferidos para ter certeza que existe uma possibilidade de recuperação.

No caso da abordagem está voltada para o tratamento onde seja necessária mudança física/orgânica/metabólica diante de um sintoma qualquer.

1- Que o paciente/cliente apresente a capacidade de manter foco de concentração durante alguns minutos, pelo menos, em uma única estrutura de pensamento.

2- Que exista alterações percebíveis conforme este paciente/cliente é estimulado psicologicamente em seu sistema nervoso parassimpático e simpático.
Essas duas condições nos revelam que o paciente/cliente possui facilidade de respostas internas.

Isso é extremamente útil para o tratamento alcançar êxito de forma rápida e segura.

Em todos os casos o acompanhamento médico é essencial nos casos de sintomas físicos persistentes. Jamais se deve substituir a terapêutica medicamentosa pela hipnose pura e simples.

A hipnose clínica (contra sintomas) como uma ferramenta poderosa na potencialização de qualquer tratamento. Já no perfil comportamental ou mesmo na reprogramação mental, outros cuidados devem estar presentes como, por exemplo, uma boa construção das sugestões, para que não ocorram conflitos éticos na personalidade do paciente/cliente.




#HIPNOSENEUROSSENSORIAL


terça-feira, 25 de setembro de 2018

O QUE VOCÊ ACREDITA PODE ATRAPALHAR SUA VIDA OU FAZER VOCÊ FELIZ



Lembra da história do sapo que estava preso em um buraco com outros dois amigos sapos e começou a dar pulos bem altos para tentar sair do buraco enquanto todos os outros sapos que estavam do lado de fora diziam para ele desistir porque não ia conseguir mesmo? Então, como o sapo era surdo e não ouviu o que os outros diziam ele conseguiu acreditar em si mesmo e dar um pulo bem alto e saiu do buraco.


O nosso sistema de crenças se dá na relação com os outros e como nos importamos e nos impactamos com o que os outros fazem conosco ou aquilo que nos dizem, bem como as mais diversas situações da vida. Dessa forma, uma pessoa que sofreu um trauma, passou por uma situação de humilhação ou simplesmente foi rejeitada por alguém, pode vir a acreditar que tem algo errado com ela, que não é merecedora de algo ou, ainda que o sofrimento é algo comum e que é normal ficar sofrendo por algo que aconteceu, uma vez que não foi ela que escolheu passar por aquilo.


Se é verdade que não podemos escolher e controlar todas as situações que vivenciamos e como as pessoas nos tratam, também é verdade que podemos gerenciar a forma como respondemos a isso tudo, ou seja, não precisamos ser escravos da situação ou de uma crença que limita o nosso crescimento e exercício da liberdade.


Mas, afinal, o que são crenças limitantes? Todos nós temos pensamentos todos os dias. Alguns são superficiais e outros mais profundos. Quando algo é muito forte do ponto de vista emocional, a tendência é que seja criada uma crença, ou seja, um valor para algo que vivenciamos. Associamos ideias e emoções, que geram determinadas formas de agir. Quando nos sentimos incomodados com algo ou um sentimento de raiva, tristeza ou medo surge, é porque existe um valor, uma crença que impulsiona para uma ação.


Dessa forma, as crenças limitantes são aquelas que estão na base das ações que levam alguém a agir de uma forma disfuncional, isto é, indo na direção contrária da sua liberdade de ser feliz e de construir sua ação de acordo com seus sonhos e desejos.


Imagine a seguinte situação: um rapaz sempre ouviu de sua família e amigos que era feio, gordo e que ninguém gostava dele. De tanto ouvir, acabou acreditando nisso, pois as pessoas que deveriam cuidar dele e amá-lo, apenas falavam coisas ruins para ele. Hoje ele tem dificuldade de se relacionar com pessoas e não namora, porque diante das mais diferentes situações ele diz para si mesmo: “Eu sou feio e gordo, ninguém vai gostar de mim”.


Ele não pôde controlar a situação no passado, mas pode fazer algo diferente hoje, criando novas alternativas para se enxergar de uma forma diferente, buscando perceber suas qualidades, suas realizações e se valorizando, quebrando o padrão de crença limitante.


Alguns exercícios para ajudar a construir crenças libertadoras e funcionais:


• Liste suas principais realizações e conquistas.


• Liste os pensamentos que surgem na sua mente quando você está enfrentando um problema.


• Liste os pensamentos construtivos que você gostaria que surgissem em sua mente em situações difíceis. Repita essas frases para si mesmo quantas vezes forem preciso, em diferentes situações.


• Avalie: que mentiras você tem falado para você mesmo a seu respeito?


• Construa uma lista de verdades sobre você e suas qualidades.


• Liste cinco coisas simples e fáceis que você pode começar a fazer hoje para ser mais feliz e comece a colocar em prática.


• Eleja uma atitude ou ação positiva e poderosa para colocar em prática durante a próxima semana, independente do que ocorra e anote os resultados.



Construa sua liberdade e pare de repetir para você mesmo o que não é verdade a seu respeito. Como diz J. P. Sartre: “O importante não é o que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós”. Assuma o comando da sua vida!

Caso sinta muita dificuldade em implementar essas mudanças em sua vida, busque auxílio profissional. Um terapeuta, psicólogo pode lhe ser bastante útil.


Uma outra dica é baixar o aplicativo: CASA DOS 7 SABERES. Esse aplicativo têm muitos áudios e vídeos que seguem essa linha de apoio para quem deseja reais mudanças em sua vida.


Por Profa. Dra. Beatriz Acampora