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quinta-feira, 26 de abril de 2018

MESA OU CADEIRA?



Nos dias atuais é necessário que um bom gestor reúna qualidades técnicas e comportamentais acima da média. Capacidades, como adaptação ao ambiente e proatividade, para agir no momento certo para alterar o processo decisório, com o objetivo de obter melhores resultados, são duas faces de uma mesma moeda.

Caso tenhamos alguém com o perfil de adaptabilidade (excelente e necessária capacidade), ele será capaz de, sempre, encontrar um modo operacional de satisfazer o mercado, mesmo em suas bruscas alterações. Proatividade é a capacidade de se antecipar às mudanças e agir antes da real necessidade. Isso evita o lapso que pode ocorrer no tempo necessário para executar a reação da possível adaptação.

Desta forma, podemos entender que possuir essas duas capacidades irá dotar o gestor de excelente velocidade de resoluções, ampliando a produtividade de qualquer instituição, onde estiver atuando.

Para exemplificar este modo de pensar, observe um refeitório ou restaurante, onde as mesas sejam pequenas e soltas. Você poderá perceber que algumas pessoas, ao se sentarem, ajeitam a cadeira até que encontrem um melhor posicionamento junto à mesa. Outras, no entanto, deixam a cadeira no mesmo lugar e puxam a mesa até que ela esteja na posição que ofereça conforto ao sujeito. Interessante é observar pessoas que, inconscientemente, ajeitam tanto a mesa quanto a cadeira, até a distância ideal, para poderem manusear os talheres com facilidade durante a refeição.

A capacidade de perceber qual o movimento mais fácil e rápido irá levar ao resultado pretendido é, absolutamente, inconsciente. As pessoas, simplesmente, fazem isso sem pensar muito a respeito. Aí, pode estar um talento natural para saber a diferença entre adaptação e proatividade. Óbvio: caso as condições do ambiente permitam evoluções.

Não há espaço para múltiplas aventuras sem objeto certo e nem para uma eterna conformidade com as diversas alterações, que o mercado pode proporcionar. O líder deve desenvolver aptidões, além do pensar cotidiano; ser capaz de antecipar necessidades futuras, se colocando no lugar dos usurários dos seus serviços ou produtos, solucionando demandas existentes e evitando outras, que podem vir à existir.

Possivelmente, essas qualidades estão latentes e precisam ser colocadas em prática. Os erros podem acontecer, isso faz parte do processo de aprendizado, mas é importante que os ônus sejam sempre medidos antes de uma tomada decisória de risco. Afinal, o risco calculado, previsto, não irá surpreender, pois uma atitude posterior de resolução também deve fazer parte da estratégia de ação.

Assim, o gestor do nosso tempo deve estar, sempre, atento às possibilidades de acrescentar ou suprimir ações, tendo em vista um melhor aproveitamento dos recursos da instituição, na qual atua, principalmente, o recurso humano, peça vital em qualquer empresa. Mesmo pequenas correções de rota podem alterar, significativamente, o resultado final na produtividade.

Seja puxando a mesa ou arrastando a cadeira, o importante é que o resultado final seja positivo e que a liderança inspire confiança em seus colaboradores. O modo de atuar do líder reflete em toda cadeia de comando de um corpo laboral.

Por Prof. João Oliveira

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