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domingo, 30 de novembro de 2008

Somos o que falamos.





Existe uma máxima, repetida sem pensar, que somos o que comemos. Em certo sentido, físico, não está totalmente errada. Mas na realidade somos o que falamos, principalmente quando colocamos emoção no que dizemos.

Em primeiro lugar vale lembrar que somos seres projetáveis, capazes de nos projetarmos no meio ambiente e vermos nosso próprio reflexo.
Não é tão difícil de entender.
Vejamos: que só fala da cor verde, quer goste ou não, mas que fale muito deste tema, é por que está introjetado nele essa cor. Os valores referentes a ela, aceitos ou não, estão muito presentes nesta pessoa.

Isso vale para qualquer coisa.

Quem vive falando que está fazendo regime. Não tem outro assunto. Está travando uma luta intensa para permanecer nele.
Quem só fala em desgraças, vive dizendo que está tudo errado... não consegue ver soluções. Não está no foco certo, dá tudo errado com ele.

E as pessoas que só falam em doenças?
Essas, então, precisam mudar o tema de suas atenções urgentemente, vivenciar doenças sem que elas realmente existam pode acarretar em sintomas psicossomáticos.
Isso não quer dizer que a pessoa finge estar doente. Ela sente as dores, passa mal de verdade, mas a doença não existe de fato. Pelo menos não no momento inicial. Pode até vir, mesmo, a se manifestar pois a pessoa criou todas as condições para isso ocorra em seu corpo e mente.

Então devemos ter cuidado com o que falamos?
Na verdade devemos pensar antes de falar. E isso, para a raça humana, é muito difícil.
Quem consegue analisar as próprias palavras antes de proferir se torna um sábio. Talvez essa seja a tal busca da iluminação: pensar antes de falar!

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